Medalha de Bronze

Capitão Hidalgo - 02/12/2008 às 11h18min

Desde que foi implantado o atual modelo de disputa dentro dos campeonatos brasileiros, e isso tem que ser valorizado pela mão forte do presidente da CBF, Ricado Teixeira, temos notado que a disputa tem sido avaliada em 38 rodadas, chegando a ponto como nessa temporada, onde vamos conhecer o campeão, assim quais os times que disputarão a Libertadores de América e os que cairão para outra divisão.

Há de se dizer que outros tempos, existiam verdadeiras armações favorecendo as tradicionais equipes do futebol , diferentemente de hoje, onde torcedores sabem que se não aparecerem os pontos necessários, nesta forma de disputa, ganha ou perde-se a vaga.

O que se tem notado também é este fenômeno cultural na apreciação do torcedor quanto a sua equipe, principalmente, quando da luta de sobrevivência ou pela constante busca de retorno de um espaço perdido.

A verdade é que a medalha de bronze está bem valorizada no esporte, pois, é só ter a dimensão dos atuais momentos de clubes tradicionais, como Vasco da Gama, Atlético Paranaense, Naútico, Figueirense a festa que fará o clube em permanecer na 1ª divisão do Brasileirão.

Com certeza será esquecido pelo torcedor tudo de errado acontecido no estabelecimento de metas com muito choro e beijo no distintivo. E o engraçado deste história é que as equipes que não foram nem para cima e muito menos para baixo, ficando no lenga-lenga dessas últimas rodadas, terminam a temporada ofuscado pela mídia que dá mais vazão ao noticiário de quem transporta a emoção diária.

Como não se agrada a todos, vejam os casos dos técnicos Caio Jr, Adilson Batista e Celso Roth, com trabalhos maravilhosos, criticados por não terem definidos as classificações, ainda, dos seus times para à Libertadores, dando a entender que os técnicos que não deixarem cair suas equipes serão muito mais valorizados, exemplos de René Simões, Renato Gaúcho, Geninho, Bob Fernandes e Pintado.

Outro fenômeno é o crescimento de aficcionados quando um clube luta pela volta a divisão de onde saiu, com estádios completamente cheios e uma devoção jamais vista. É só lembrarem dos que caíram e voltaram.

Fica a pergunta " quem deve ser valorizado, se o técnico que chega as primeiras posições ou aquele que não deixa o clube cair' ? De repente vale a medalha de bronze.

Certo ou errado ?


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