E a bola da Copa de Mundo FIFA 2014, no Brasil, já tem nome, é BRAZUCA, com “Z” e não com “S” como seria o correto, segundo as normas ortográficas vigentes.
A denominação foi “eleita”, superando outras duas possibilidades: CARNAVALESCA e BOSSA NOVA. A primeira derivada do Carnaval brasileiro, conhecido mundialmente e a segunda uma menção ao importante movimento musical de anos atrás.
Confesso que o nome escolhido não me agrada em nada, assim como não me agradavam outras proposições tão comentadas, como GORDUCHINHA ou algumas de origens indígenas e regionais.
Penso, e externei o meu sentir em Coluna de 01/07/2010 (PELÉ, O NOME DA BOLA DE 2014 –www.domingosmoro.com.br – Futebol em Pauta – Colunas Anteriores) que o nome da bola da Copa a ser realizada no Brasil deveria associar algo ligado ao futebol, como marca internacional maior de nosso País e, nesse viés, nada mais seria apropriado do que BOLA PELÉ.
Pelé é o grande embaixador do Brasil e conhecido e reconhecido em todas as partes do planeta, associado sempre à imagem de nossa terra e do esporte que consagramos como o de nossa absoluta preferência.
“Pelé” é expressão fácil e compreendida e dita por todos os povos.
Perdeu-se, em minha opinião, oportunidade única de reverenciar o maior símbolo brasileiro de um futebol reconhecido internacionalmente.
BRAZUCA é uma espécie de associação a BRASIL, mas BRASIL é com “S” e não com “Z” e também pode lembrar BAZUCA (nome popularizado para o lança-Rockets/lança-rojão, uma arma portátil antitanque em forma de tubo).
Em tempos de violência e de insegurança, lamentável associação...
Eleições
Tratando de “associações”, impressiona como os candidatos se “associam” a objetos, alimentos, logradouros públicos, profissões e atividades, comércios, animais, entre outros, suprimindo ou até escondendo os seus nomes completos.
Creio que um político deve ter nome e sobrenome e que precisa honrá-los!
Janguito Malucelli
O Eco estádio passa a ser a casa do Clube Atlético Paranaense para disputas de atuais e futuras competições. Acertada decisão das diretorias dos dois clubes de Curitiba e exemplo de que as disputas desportivas se dão dentro dos limites do campo de jogo e nunca fora, sob o risco de continuarmos a ter um futebol de segundo plano, onde os interesses pessoais se sobrepõem aos interesses coletivos.
O futebol precisa ter visão empresarial e para ser forte e representativo carece da união e do entendimento de seus principais agentes.
O futebol paranaense e os clubes de futebol do Estado do Paraná precisam passar a ser PROTAGONISTAS e não COADJUVANTES nos cenários nacional e internacional. Pensar pequeno induz à pequenez!
Revisão
Recentemente um árbitro reviu uma decisão, atendendo a informe de um auxiliar. Bastou o fato para que críticas fossem feitas. A revisão perpetrada, além de perfeitamente possível e acertada, é um avanço. Elogiável avanço!
Como diz o velho ditado: “errar é humano, mas permanecer no erro é burrice”.
Exemplo de cidadania
Eu, meu sócio de oficina jusdesportiva Sandro Wuicik e mais um colaborador pessoal estávamos no saguão de embarque do remodelado Aeroporto Santos Dumont (centro do Rio de Janeiro) para regressar à Curitiba quando desembarcou (de um jatinho e no setor de embarque para chamar menos atenção) o ilustre Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa. O local estava lotado e quando o “personagem” foi notado e reconhecido, começaram as saudações, as palavras de ordem e os incontidos aplausos de todos os presentes.
São brasileiros que orgulham o Brasil e que por suas atitudes são enaltecidos por outros brasileiros.
Sua Excelência, que foi ao Rio para proferir uma palestra, embarcou num carro simples e acomodou-se, deitado, no banco da frente (carona), totalmente reclinado, pelos problemas físicos tidos.
Uma sexta-feira, 17/08/2012, para entrar na história. Um notável brasileiro, Joaquim Barbosa, num local cujo nome é emprestado de outro notável brasileiro, Alberto Santos Dumont!
ESTÁ PAUTADO...
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